Aniversário da Black Friday é Celebrado com Novo Processo Contra Full Tilt

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Há um ano, o Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos iniciou sua caça a sites de poker online, acusados de fraude e lavagem de dinheiro, entre outros. Foi a chamada “Black Friday”. Full Tilt Poker, segunda maior rede de mesas virtuais para os jogos na época, foi uma das grandes presas do governo e acabou tendo sua licensa revogada em setembro. Mas a crise não causou prejuízo apenas para seus diretores, e culminou com diversos jogadores renomados impedidos de recuperar a fortuna que acumularam no site.

O aniversário da “Sexta-feira Negra” relembra a queda do gigante Full Tilt e deixa claro que muita gente ainda não perdoou as dívidas do grupo. Steve Segal, Nick Hammer, Robin Hougdahk e Toddy Terry acabam de abrir um processo contra os diretores do site Howard Lederer e Chris Ferguson.

Ambos são acusados de enganar jogadores e instituições financeiras para gerar milhões de dólares de forma ilegal. Segundo os advogados, Lederer recebeu US$42 milhões do Full Tilt e Ferguson ganhou US$85 milhões “em divisão de lucros e empréstimos provenientes de fundos mistos, que continham dinheiro tirado sem autorização das contas dos jogadores no site”.

Se saírem vitoriosos no processo contra o Full Tilt, Steve Segal, Nick Hammer, Robin Hougdahk e Toddy Terry esperam receber US$150 milhões em indenização. Os 4 jogadores já levaram o Full Tilt à corte em julho de 2011, mas o juiz arquivou o caso. Na época, alegou-se não haver provas da má fé dos dirigentes do site quanto às acusações de enriquecimento ilícito e formação de organização criminosa.

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