Ronaldinho algemado e irmão comparecem em tribunal paraguaio

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O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão foram algemados em um tribunal no Paraguai no sábado após a prisão por supostamente entrar no país com documentos falsificados.

Os promotores buscam prorrogar a detenção de Ronaldinho, de 39 anos, e do irmão Roberto Assis, enquanto o advogado de defesa Sérgio Queiroz diz que eles devem ser libertados por não serem uma ameaça ou terem risco de fuga.

Os irmãos brasileiros foram presos sexta-feira à noite em um hotel em Assunção, capital do Paraguai, e acusados ​​de usar documentos falsos de identidade paraguaia.

Queiroz disse que Ronaldinho, vencedor da Copa do Mundo de 2002 e ex-astro do Barcelona, ​​estava se preparando para pegar um voo de volta ao Rio de Janeiro, onde mora, pouco antes as prisões.

Ronaldinho e Assis disseram que foram a Assunção por razões comerciais.

O ex-jogador de futebol e seu irmão disseram que os documentos foram oferecidos como presente por um empresário brasileiro, Wilmondes Sousa Liria, que foi preso.

O passaporte de Ronaldinho foi apreendido em novembro de 2018 por causa de uma ação judicial por supostos crimes ambientais. As autoridades disseram que o ex-astro de Barcelona não tinha a licença ambiental necessária para construir uma plataforma de pesca nas margens do rio Guaíba, em sua cidade natal, Porto Alegre. Com danos não pagos de US $ 2,1 milhões, o passaporte de Ronaldinho foi apreendido, juntamente com o de seu irmão, para impedi-lo de viajar.

Em setembro do ano passado, no entanto, o astro chegou a um acordo com os promotores e recuperou seus documentos. Não ficou claro imediatamente por que ele e seu irmão não usaram seus documentos brasileiros para a viagem ao Paraguai.

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