Bem, Alex, entendo que para analise de mãos não é necessária a exposição do Hero, até porque muitos de nós preferem manter-se anônimos.
Quanto ao "conjunto da obra de um mesmo Hero", refiro-me à engenharia reversa como objeto de analise, quer seja, por exemplo: "...aqui estudaremos um empreendimento em que houve insucesso...", e o estudo passa a ser sobre os prováveis momentos que resultaram nisso. De forma diferente: "...aqui chegamos na FT...", ou "...aqui chegamos ITM, mas somente isso...".
O que tenho visto no que poderíamos chamar de conteúdo programático para os coachings, é a falta dessas referências como objetos de estudo. Se os alunos souberem, antemão, o resultado final de um MTT, poderão focar suas combinações de idéias nas causas ao invés do resultado, e perceberem que muito raramente você terá um stack regularmente crescente durante os eventos de sucesso. Eles precisam entender as formas em que os stacks oscilam, dentro da variância normal de uma competição.
Caso essa idéia não lhe tenha ficado clara, por favor me diga que tento explicar melhor, ok...
Abração e sucesso!



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